quinta-feira, 29 de abril de 2010

Por que as mudanças são tão lentas na educação?


http://www.odisseu.com.br/TicEducacao/Newsletter/101_26abril2010/index.html#materia4

Por que numa época de grandes mudanças sociais, elas acontecem de forma tão lenta na educação? Por que profissionais inteligentes se acomodam em rotinas, em modelos repetitivos, que, muitas vezes, causam pouca realização pessoal, profissional e econômica? Sem dúvida, a educação depende de melhores condições de formação, remuneração e valorização profissional. Mas quando observamos instituições educacionais públicas e privadas de renome e que possuem relativamente boas condições de trabalho, ainda assim os resultados são muito inferiores ao desejável. Por que profissionais educacionais bem preparados demoram para executar mudanças pedagógicas e gerenciais necessárias?

Por que ler: Ontem dia 28/04 foi o Dia da Educação, o artigo ajuda a refletir porque as mudanças na educação parecem ir tão devagar.


terça-feira, 20 de abril de 2010

19 de Abril, dia do Índio

Em comemoração ao dia dessa população e suas centenas de etnias que deve ser muito respeitada vamos divulgar uma notícia que não deveria ser uma notícia. E sim algo comum no nosso dia-a-dia de alunos e educadores brasileiros.

O Currículo escolar do Rio inclui estudos sobre a cultura indígena:

"A valorização da cultura indígena e a importância do índio como principal protagonista da história do Brasil são algumas das lições aprendidas pelos alunos dos colégios Paulo Freire, no Cachambi, Zona Norte do Rio, e Joracy Camargo, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Durante todo o ano letivo, as escolas estaduais cumprem as exigências da Lei n° 11.645, que inclui no currículo acadêmico a história indígena. Nesta terça-feira, na semana do Dia do Índio, que é comemorado dia 19 de abril, alunos das duas unidades escolares se reuniram para desvendarem juntos as verdades e os mitos sobre os nativos brasileiros."

terça-feira, 13 de abril de 2010

Ansiedade de professores influenciam no aprendizado de alunos

Segundo pesquisas americanas o estado de ansiedade de Professoras, sim, do sexo feminino, influencia no aprendizado de alunas em matemática.

Além da influencia da imagem (ansiedade, segurança) do professor e os resultados na aprendizagem, a imagem refletida pelos alunos no fim de um ano letivo muda de acordo com a insegurança adquirida em conceitos matemáticos.
Leia mais sobre isso no link abaixo:

"Ao fim do período letivo, os dados apontaram uma correlação negativa entre os níveis de ansiedade das professoras e as notas das meninas, diferentemente do observado no início do ano, quando a diferença entre os sexos não era significativa. Segundo os autores, por alguma razão as alunas são mais sensíveis à insegurança das professoras e tendem a reproduzi-la, o que não ocorre com os meninos. Isso foi constatado por meio da análise dos desenhos feitos pelos alunos a pedido dos pesquisadores. Eles contaram uma história sobre duas crianças: uma muito hábil em matemática e outra que gostava muito de ler. Em nenhum dos casos o sexo do personagem foi definido. Em seguida, os estudantes tinham de desenhar a história. Na ilustração feita no início do ano, não houve predomínio de um ou outro sexo em ambas as histórias, mas o resultado mudou significativamente no segundo desenho feito no final do ano. Nele, a maioria das meninas retratou a criança que gosta de ler como garota e a que prefere matemática como menino."