marialuiza da silva machado - Postado em 05/03/2010 00:06:52
Em tempo inclusão e educação para todos e inaceitavel tal seleçao , temos que acabar com velhos estigmas citando Morim(2001)" para se reformar a instituição temos que reformar as mentes, mas não se pode reformar as mentes sem uma prévia reforma das instituições¿. Portanto ,o respeito e o reconhecimento da diversidade na construção de um sistema educacional inclusivo , promove uma cultura a ser construída e representa uma visão de como se deve planejar , pensar, e organizar a educação para naturalize a pluraridade humana ,reconhecendo no individuo o direito em usufluir do ensino em igualdade de condições e também pelo direito de ser acolhido e respeitado em seu jeito de ser. Representa um desafio a ser enfrentado pelos sistemas de ensino na construção das suas bases político-pedagógicas trata-se de romper a ilusão educacional que diz que todos assimilam de forma igualitária e ressignificar a aprendizagem de modo que alcance a todos sem distinção ou rótulos que possam excluir ou classificar qualquer aluno.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Turmas separadas por desempenho
Várias escolas dividem as turma por classificação alfabética, Turma A, Turma B, Turma C. Nada de mal até aí, o problema aparece no momento que a justificativa para a separação de alunos é segundo o desempenho de cada aluno.
E algumas escolas ainda usam o abecedário para fazer tal divisão de alunos que tiveram o melhor desempenho em anos anteriores.
Por exemplo:
"nas turmas A são colocados os que, no ano anterior, tiveram as melhores notas e passaram com louvor; nas B, os com desempenho mediano; nas C, aqueles com "dificuldades de aprendizagem"; e da D em diante, os "desacreditados" pelos professores e diretores que fazem esse tipo de divisão."
Esse era um sistema feito baseando-se que uma classe homogênea, com alunos de nível de aprendizagem semelhante avançariam no mesmo ritmo.
Os estudos de diversos psicólogos e educadores, como o russo Lev Vygotsky(1896-1934) e o suíço Jean Piaget (1896-1980), desmontaram esse mito. Eles mostraram que a aprendizagem é algo individual e interno ao sujeito. A interação entre os pares com saberes e vivências diferentes, se bem explorada pelos professores, tem mais eficiência durante o processo de aquisição do conhecimento do que a maneira tradicional de "passar" informações para os alunos.
Afinal a diversidade em uma sala de aula só tende a trazer benefícios para todos.
Abaixo um comentário postado na página da UOL educação, não poderia deixar de compartilhar esse post:
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desempenho escolar,
diversidade em sala de aula,
ensino heterogeneo
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